adoram esta música e merecem...
15 de julho de 2009
14 de julho de 2009
Lembrando o Codificador da Doutrina Espírita é imperioso estejamos alerta em nossos deveres fundamentais. Convençamos-nos de que é necessário:
Sentir Kardec;
Estudar Kardec;
Anotar Kardec;
Meditar Kardec;
Analisar Kardec;
Comentar Kardec;
Interpretar Kardec;
Cultivar Kardec;
Ensinar Kardec e
Divulgar Kardec.
Que é preciso cristianizar a humanidade é afirmação que não padece dúvida; entretanto, cristianizar, na Doutrina Espírita, é raciocinar com a verdade e construir com o bem de todos, para que, em nome de Jesus, não venhamos a fazer sobre a Terra mais um sistema de fanatismo e de negação.
Esta mensagens me foi enviada por minha amiga Elizabete Magalhães, que sempre me ajuda, com muito carinho e cuidado, a manter-me firme no estudo da Doutrina, que é a base para minha evolução. Muito Obrigada, minha companheira!!!
13 de julho de 2009
Mais ou Menos...
A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
TUDO BEM!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Chico Xavier
11 de julho de 2009
ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS
Senhor; fazei de mim um instrumento da Vossa paz!
Onde houver ódio, fazei com que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé;
Onde houver erros, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei com que eu procure mais:
Consolar, a ser consolado;
Compreender, a ser compreendido;
Amar, a ser amado.
Pois é dando que se recebe;
E perdoando que se é perdoado;
E é morrendo que se vive para a vida eterna!
10 de julho de 2009
Clipe Andorinhas
Vídeo feito com imagens da internet com música e
letra de Marcus Viana na voz de Elizabete Lacerda
Com todo carinho para divulgação da Doutrina Espírita e encher o nosso espírito.
Clipe Porta do Céu
Conheci esta música numa situação muito
especial e fiquei encantada.
Clipe Flores
para divulgação da Doutrina Espírita
Linda voz de uma grande amiga de doutrina, que nos ajuda a fazer nossas orações cantando.
Derrama o coração pelo caminho
Tange a lira do bem que te procura
A mensagem da paz, canta baixinho
Onde brilhe a bondade doce e pura.

Oferta um ramo de flor a cada espinho
Por mais te doa a mágoa que tortura.
Para quem chora, a benção de carinho
É como estrela para a noite escura.

Bendize a própria dor em que te exprimes!
Serve sorrindo, embora de alma presa
Ao turbilhão das lágrimas sublimes.

Verás que em tudo se descerra
O amor de Deus na glória da beleza,
Que em cascatas de luz envolve a Terra!
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
A Ti, Senhor,
Meu coração
Imerso em dor
Aflito vem,

Pedindo a luz,
Pedindo o bem
E a salvação.
Pedir a quem,
Senão a Ti,
Cuja bondade
Me sorri
E me conduz
À imensidade
Da perfeição?
És a piedade
Divina e pura

Que à criatura
Dá luz e pão.
Sou eu, somente,
O impenitente
Na expiação.
Em Ti, portanto,
Confio e espero,
De Ti eu quero
Me aproximar!
Consolo santo,
Para o meu pranto
Venho implorar.

Bem sei, Senhor,
Se sofro e choro,
Se me demoro
No padecer,
É porque andei
Longe do Amor,
No meu viver.
O Amor é a lei,
Que me ensinaste
E que deixaste
Aos irmãos teus!
P’ra que eu pudesse,
Ditosamente,
Buscar os Céus.
Assim, contente,

Cheio de unção,
Elevo a prece
Do coração,
A Ti, Senhor,
Rogando amor,
Paz e perdão!
Do livro Parnaso de Além-Túmulo.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
João de Deus
Meu filho: achaste na estrada
Angustia, miséria e lama?
Esquece o espinho e a pedrada
Na doce paz de quem ama.

A jornada transformou-se
Em verdadeira batalha?
Conserva a terna alegria
De quem espera e trabalha.
Teus amados esqueceram
A vida singela e boa?
Guarda a atitude amorosa
Do coração que perdoa.

Se buscas a Luz Divina
A que o Mestre nos conclama,
A todo o instante do dia,
Perdoa, trabalha e ama.
Livro “Relicário de Luz” - Autores Diversos
Psicografia de Francisco C. Xavier

Nasceste no lar que precisavas,
vestiste o corpo físico que merecias,
moras onde melhor Deus te proporcionou,
de acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes com
as tuas necessidades, nem mais, nem menos,
mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste
espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são as almas que atraíste,
com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas,
modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos e atitudes....
São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.
Não reclames nem te faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograme tua meta, busca o bem e viverás melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo.
Qualquer um pode começar agora e fazer um Novo Fim.
"ESTAREI COM DEUS, PASSAREI PELA TUA CASA E LEVAREI TODOS OS TEUS PROBLEMAS."
psicografada em 29/06/1992 por Vera Cohim.
Sinto saudades dos pastos verdes, das campinas ondulantes e da caatinga. Sinto saudades da poeira seca da minha terra, do cheiro das coisas e do som argentino do sino da igreja. Escuto ainda na voz da memória o balir das ovelhas, o mugir do gado, o zurrar do asno, o relinchar do cavalo. No tempo da minha saudade escuto o galo cantar para acordar o dia que se demora preguiçoso nos braços da noite.
Não tardes sol, a vida precisa de ti! E ele acorda langoroso e dolente e abraça-a, estendendo os raios aos confins da terra. Mas lá na minha terra o sol é mais ardente, pois o dia é exigente e zeloso; assim, cresta a terra insensata e seca as cacimbas seculares. Mas, mesmo assim, sinto falta da poeira e do pó, e ainda escuto ao longe o carro de boi.
Vai boi manso, guiando as rodas da minha saudade! Vai, vai bem para longe. Talvez, quem sabe, carregues contigo a memória traiçoeira.
Vestido branco de chita – prefiro cetim – toda arrumada e sestrosa, lá vem a menina para a feira. No rosto, leva o carmim, nos lábios, leva a cor do sol da nossa terra. Caminha ligeira, apressada. Vai levar alegria para os olhos cansados.
Sinto saudades do cheiro do mato, do odor acre da fumaça, da panela no fogo, as batatas cozidas fazendo as honras da casa. De tudo sinto falta e anelo poder um dia a tudo rever. Quem sabe, talvez, meu amor reencontrar. Já recordo nesse momento as noites de lua do meu lugar. Dengosa, a lua veste de prata os seus raios para os namorados. E as velhas beatas, vé u na cabeça, vestido comprido – a língua também! Até delas sinto falta.
Meu Deus, me permita um dia voltar, cobrir os meus passos de outrora, passos cansados, errados, antigos, com os passos de agora. Percorrer meus caminhos, sentir minha terra, ouvir as cantigas cheirar o jasmim.
Meu Deus não me tire o chiar do carro de boi, a fumaça do fogão, o sino da torre, o terço na mão.
Meu Deus, não te peço amores, prazeres; te peço a penas poder à minha terra voltar, plantar o milho, o feijão, colher o algodão.
Meu Deus, se me deres outra vez a vida, te prometo renovar-me e novo homem ser. Assim, meu Senhor, não mais chorarei por mim.
Mensagem originalmente impressa no Livro de Mensagens Espíritas do Lar Espírita Chico Xavier, médium Vera Cohim, volume 6 (período 1992 a 1994), p. 77. A versão original estava sem título.

Senhor:
ante o céu estrelado,
que nos revela a tua grandeza,
deixa que nossos corações se unam
à prece das coisas simples...
Concede-nos, Pai,
A compaixão das árvores,
a espontaneidade das flores,
a fidelidade da erva tenra,
a perseverança das águas que
procuram o repouso nas profundezas,

A serenidade do campo,
a brandura do vento leve,
a harmonia do outeiro,
a música do vale,
a confiança do inseto humilde,
o Espírito de serviço da Terra benfazeja,
para que não estejamos recebendo,
em vão, Tuas dádivas, e para que o
Teu Amor resplandeça no centro
de nossas vidas, agora e sempre.
Assim seja
Do livro: Antologia da Criança.
Psicografia: Francisco Cândido Xavier
